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A pandemia do novo coronavírus desencadeou, mundialmente, uma corrida sem precedentes por vacinas seguras e eficazes contra a doença. De fato, o desenvolvimento de estudos clínicos avançou rapidamente durante este período, com a adoção de medidas mais descentralizadas e céleres para que os mesmos fossem concluídos com mais rapidez e, ao mesmo tempo, não perdessem a qualidade dos resultados.

Novas formas de trabalhar foram exploradas para a realização dos estudos clínicos, o que contribuiu para o processo de descentralização e para a diminuição do tempo de tramitação para a aprovação do uso de medicamentos. Ferramentas como o TCLE (Termo de Consentimento Livre Eletrônico), telessaúde e o monitoramento remoto de pacientes permitiram que os investigadores acompanhassem os pacientes à distância.

Certamente, os projetos de testes não convencionais e os desafios operacionais levantados pela pandemia serão temas que continuarão sendo aprimorados este ano. De acordo com uma pesquisa feita pela Clinical Trials Arena, os ensaios clínicos descentralizados terão um salto de 28% em relação ao ano passado.

Após o uso bem-sucedido de vacinas de mRNA contra a Covid-19, espera-se que a tecnologia de RNA faça um avanço maior em 2022, para o tratamento de outras enfermidades, como certos tipos de câncer, HIV e doenças tropicais (como a malária). Em comparação com as vacinas tradicionais, a vacina de RNA é mais segura para produzir, mais rápida, além de também ser mais barata.

Além do coronavírus, há uma outra ameaça a saúde global: as infecções resistentes a antibióticos.  Um estudo publicado na The Lancet mostrou que as infecções provocadas por bactérias resistentes a antibióticos mataram cerca de 1,3 milhão de pessoas em 2019, ou seja, mais do que doenças como o HIV ou a malária.

Devido ao uso excessivo e indiscriminado de antibióticos, as bactérias estão evoluindo e se tornando cada vez mais resistentes, tornando os medicamentos disponíveis ineficazes no seu combate. Dessa forma, as indústrias farmacêuticas estão investindo no desenvolvimento de novos antibióticos mais eficazes para o tratamento de infecções crônicas ou recidivantes, como as do trato urinário.

Quanto ao uso de tecnologias, os patrocinadores de pesquisas clínicas veem a inteligência artificial como o principal alvo de investimentos. A impressão 3D, por exemplo, pode ser utilizada para otimizar a qualidade de diagnósticos e tratamentos.

O setor de pesquisa clínica pode alcançar inúmeras conquistas e vitórias no ano de 2022. Para isso, é imprescindível que os avanços que fizemos não sejam perdidos, para assim, permitirmos a chegada de tratamentos inovadores com mais rapidez para diversos outros problemas de saúde que merecem o nosso cuidado e atenção.

Conheça os estudos abertos que estamos conduzindo no CEMEC e se surpreenda com as possibilidades da pesquisa clínica para você!

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