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A esclerose múltipla é considerada uma das doenças mais comuns do sistema nervoso central. Ela afeta o cérebro e a medula espinhal, e de acordo com dados recentes do Ministério da Saúde acomete cerca de 2,8 milhões de pessoas em todo o mundo sendo que no Brasil cerca de 40 mil pessoas vivem com a doença.

Considerada uma doença complexa, a EM ainda não possui uma cura definitiva, mas o cenário pode estar perto de mudar. É o que dizem estudos recentes conduzidos por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Eles descobriram que uma possível causa da Esclerose Múltipla é um vírus da mesma família da herpes.

Mas o que isso significa para o tratamento da Esclerose Múltipla?

A teoria dos pesquisadores de Harvard é de que o vírus conhecido por Epstein-Barr (EBV) seja o grande problema. Chegar neste resultado não foi fácil. Este vírus infecta quase 100% dos adultos, mas é considerado uma enfermidade rara, sendo que seus sintomas demoram quase uma década para surgir.

Na prática, o estudo avaliou mais de 10 milhões de jovens adultos das forças armadas norte-americana. O que foi constatado é que o risco de contrair a Esclerose Múltipla aumentou 32 vezes após a infecção pelo EBV, enquanto contágios por outros vírus mantiveram essa estatística inalterada.

Na teoria, isso pode representar um enorme avanço para o tratamento e cura da Esclerose Múltipla. Os estudiosos por trás da descoberta explicam que desenvolver uma vacina para o Epstein-Barr ou então direcionar o vírus a partir de antivirais poderia significar a prevenção e, por que não, a cura para a EM.

Pesquisa clínica e a Esclerose Múltipla

Apesar das boas notícias, a descoberta ainda deverá passar por um longo período de avaliação e de pesquisas para que o desenvolvimento de um tratamento seguro e efetivo seja possível.

Enquanto isso, encontrar novas terapias para a esclerose múltipla é essencial. Isso oferece mais qualidade de vida para milhares de pacientes, além de deixar a medicina cada vez mais perto de uma possível cura. A EM é provocada por mecanismos inflamatórios e degenerativos que comprometem a bainha de mielina que revestem os neurônios das substâncias branca e cinzenta do sistema nervoso central.

Os sintomas mais comuns incluem fadiga intensa, alterações ligadas à fala e deglutição, transtornos visuais, problemas de equilíbrio e coordenação, além de transtornos cognitivos, emocionais e sexuais.

A doença atinge geralmente pessoas jovens em média entre 20 e 40 anos de idade, predominando entre as mulheres. Atualmente, o CEMEC está conduzindo uma pesquisa clínica para auxiliar no tratamento da doença e na melhora da qualidade de vida das pessoas acometidas pela Esclerose Múltipla.

Se você tem idade entre 18 e 55 anos e o diagnóstico confirmado da doença, clique aqui e participe. Se você conhece algum amigo ou familiar que pode participar de nossa pesquisa clínica, não hesite em indicar e compartilhar esse artigo com ela. Ao participar ou indicar um estudo clínico, você oferece um tratamento integral ao lado de uma equipe multidisciplinar experiente que acompanhará o paciente sem custos.

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