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Como a fibrose cística afeta a qualidade de vida dos pacientes

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Dor no abdome, tosse frequente, falta de ar, diarréia e vômito são sintomas que indicam que algo no corpo não está em pleno funcionamento, demonstrando que algo está errado, como se fosse um sinal de alerta. Por mais que os indícios sejam comuns e possam aparecer junto de diversas doenças, as características também surgem com a fibrose cística.

Vale destacar que o problema é sério, já que pode estar acompanhado de danos no sistema respiratório e digestivo. Sendo assim, o acompanhamento correto e o tratamento adequado são os caminhos para assegurar o bem-estar daqueles que convivem com a patologia.

Afinal, o que é fibrose cística?

Responsável por afetar os pulmões, pâncreas e até mesmo o sistema digestivo, a fibrose cística, que também é conhecida como mucoviscidose, é uma doença degenerativa, muito comum nos primeiros anos de vida, durante a infância.

De acordo com estimativas do Ministério da Saúde, uma em cada 25 pessoas podem carregar o gene desde o nascimento. A explicação pode estar em uma irregularidade encontrada nas proteínas que produzem o muco. No caso daqueles que estão doentes, a espessura pode ser de  30 a 60 vezes maior.

As consequências ficam evidentes com o aumento das bactérias nas vias respiratórias, ocasionando possíveis pneumonias, bronquites e infecções. No que diz respeito aos demais órgãos do corpo, o muco acaba impedindo o funcionamento adequado do organismo, podendo bloquear algumas vias.

O impacto é sentido na absorção dos nutrientes e na qualidade de vida, que pode ficar comprometida com a ausência das substâncias que são essenciais para o funcionamento dos órgãos. 

Por mais que o diagnóstico seja diferente para cada indivíduo, é válido mencionar que existem diversas mutações que podem ser apresentadas junto ao diagnóstico, fator que modifica os problemas de saúde e a forma como cada um vai reagir diante da fibrose cística.

Como é o tratamento?

Por se tratar de um problema que pode surgir logo nos primeiros meses de vida, o acompanhamento durante a grávidez e nos primeiros anos é essencial para mapear os riscos e conseguir identificar as causas.

Os testes genéticos e o exame do pezinho, por exemplo, são alternativas que podem facilitar o diagnóstico. Por mais que o problema não tenha cura, a identificação precoce é o caminho para encontrar o tratamento adequado, capaz de contribuir com o bem-estar do paciente.

Assim será mais fácil pensar em mecanismos que podem facilitar o convívio e o desenvolvimento das atividades do dia a dia, contribuindo com o ganho de massa e a melhora das funções vitais. O diagnóstico também é primordial para que os órgãos e funções sejam preservados durante os anos, sem que haja problemas significativos.

É importante lembrar que, após a identificação, o acompanhamento deve ser feito com especialistas, com aqueles que entendem do assunto e podem pensar no melhor tratamento para cada caso — é assim que o bem-estar será mantido ao longo da vida. 

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