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A esquizofrenia é um transtorno mental grave que afeta mais de 20 milhões de pessoas em todo o mundo. Somente no Brasil, estima-se que há cerca de 1,6 milhão de esquizofrênicos. Estudos não identificaram a sua causa exata, mas acredita-se que esse distúrbio possa surgir como resultado da interação de diversos fatores. Quer saber quais são? Continue a leitura e saiba mais! 

 Por se manifestar através de  distúrbios no pensamento, percepção, emoções, linguagem, autopercepção e comportamento, a doença pode afetar vários aspectos de sua vida, desde o aprendizado até o trabalho. Suas manifestações comuns são alucinações (quando o paciente ouve vozes que não existem ou vê algo que não existe), bem como ideias delirantes (na forma de crenças falsas persistentes).  

As causas exatas da esquizofrenia ainda são desconhecidas. Acredita-se que esse distúrbio possa surgir como resultado da interação de fatores genéticos, cerebrais e ambientais. Algumas pessoas podem ter a tendência de desenvolvê-la com o passar dos anos, já outras, um evento estressante ou emocional pode desencadear um episódio psicótico.  

Fatores hereditários - A sua predisposição pode ocorrer nas famílias. Parentes de primeiro grau de um esquizofrênico, por exemplo, têm mais chances de desenvolver a doença. Por isso, se um dos pais tiver esquizofrenia, os filhos têm até 10% de chance de desenvolvê-la. 

Fatores ambientais - A exposição a certas infecções virais; complicações da gravidez e do parto, como o uso de cigarro durante a gestação, o baixo peso ao nascer e a hipóxia (falta de oxigênio) durante o parto; más condições socioeconômicas; e o uso de certas drogas psicoativas ou psicotrópicas, como a maconha e metanfetamina. 

 Alterações neuroquímicas - Pessoas com esquizofrenia também tendem a ter diferenças nas substâncias químicas do cérebro chamadas neurotransmissores, como a dopamina e o glutamato, que são responsáveis por controlar a comunicação cerebral. Nelas, eles costumam ser ou muito ativos ou não ativos o suficiente. 

Devido ao estigma, a discriminação e a falta de informação em relação a essa doença, muitos pacientes não buscam pelo seu diagnóstico e tratamento adequado. É preciso dizer que com o uso de medicamentos e o apoio psicossocial é possível diminuir os seus sintomas e, em alguns casos, até interromper a sua progressão, fazendo com que as pessoas tenham uma maior qualidade de vida. Então, se você é uma pessoa que sofre com esquizofrenia, não exite em procurar por ajuda médica! 

Conheça nosso estudo sobre esquizofrenia e ajude a salvar vidas!

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