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A doença autoimune é aquela que ataca os tecidos do próprio sistema imunológico, que ao invés de combater somente agentes que causam mal, também ataca tecidos saudáveis do corpo. Há mais de 80 enfermidades desse tipo e as principais são: artrite, reumatoide, tireoidite de Hashimoto, diabetes mellitus tipo 1, lúpus, e vasculite. Tais enfermidades atingem cerca de 7% da população, nas quais passam por dor e deformidade física, sendo os medicamentos imunobiológicos capazes de ajudar esse cenário.

Tais fármacos são anticorpos monoclonais que possuem o objetivo de atingir receptores de superfície, moléculas de sinalização intracelular ou citocinas abrangidas no complexo processo de resposta inflamatória. Sendo pesquisado em diversas regiões do mundo, tais agentes se mostram efetivos nos tratamentos de milhares de pacientes, na medida em que melhoraram sua qualidade de vida. De certa forma, o uso do medicamento pode ter consequências adversas, na qual destaca-se o maior risco a reativação de tuberculose, infecções oportunistas e câncer de pele não melanoma.

O comando destes remédios ocorre fundamentalmente por via subcutânea ou endovenosa , portanto e necessário a aplicação em clínicas ou centros de infusão especializados, desta forma, o tratamento se torna mais humanizado e respeita as normas rígidas de farmacovigilância.

Se você possui algum tipo de doença autoimune e tem interesse nesse tipo de tratamento, a maioria desses remédios ja são disponibilizados por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), estando previstos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs) do Ministério da Saúde (http://www.saude.sc.gov.br/). Os fármacos que ainda não estiverem disponíveis pelo SUS, mas que estão viabilizados em algumas cidades, poderão ser adquiridos por pedido administrativo ou protocolos estaduais/municipais. Nos locais onde não estão implantados tais foros, os pacientes podem optar por concessão via judicial.

Sendo assim, pode-se ver que, medicamentos imunobiológicos correspondem a um grande avanço na medicina, pois proporcionam aos pacientes uma maior qualidade de vida, permitindo que sejam felizes e tenham uma vida normal com tratamentos cada vez mais seguros e certeiros. 

Os medicamentos imunobiológicos tem apresentado grande avanços nos tratamentos da Doença de Crohn, caracterizadas por inflamação fora de controle, mas em diferentes partes do trato gastrointestinal. Os resultados tem sido expressivos em prol da melhora na qualidade de vida de pacientes de Crohn. Até então os portadores eram tratados, em sua grande maioria, com drogas como os corticosteroides e anti-inflamatórios com baixo índice de efetividade.

O Cemec participa de projetos e busca voluntários para participarem de estudos sobre este tema. Acesse e saiba mais: https://cemecpesquisaclinica.com.br/doenca-de-crohn-e-retocolite/

Fonte: FMB, Federação Médica Brasileira.

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